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    Aqui você pode postar as suas perguntas… O Farol da Fluência contém vários treinamentos de vídeo, onde as perguntas serão respondidas. Essa área é designada para perguntas sobre idiomas… Para suporte técnico, envie um e-mail para vipfarol@formulafluente.com.

    Deixe a sua pergunta aqui:

    Leave A Reply (1,469 comments so far)

    1. 1

      Frank, o Common European Framework of Reference for Languages seria um bom tipo de divisão de níveis?
      Abraços,
      Miguel

      • 1.1
        Frank Florida says:

        Olá Miguel – Nunca ouvi falar desse sistema antes… Dei uma olhada na Wikipédia agora. Pergunta, Miguel: Por que você precisa de uma divisão de níveis?

        • 1.1.1

          Não, não é que eu preciso.
          O que eu preciso é dominar o idioma, sem essa de níveis. ;)
          Essa dúvida surgir depois de uma conversa com um amigo… Ai resolvi perguntar aqui.

          • 1.1.1.1
            Frank Florida says:

            Sim, é isso mesmo que quis te mostrar. Essas classificações de níveis pouco importam para um aluno. Eu nunca mexei com essas coisas, que fazem parte do sistema antigo. O importante é progresso diário, e assim, alcançar a meta que você tem (o que aconte automaticamente desse jeito). Apenas essas duas coisas realmente são importantes para ficar fluente. Abraço!

      • 1.2
        TomBarros says:

        A minha classificação no curso que fiz na Europa foi por esta referencia mesmo, o CEFR, como é chamado.
        Se quiserem mais detalhes, aqui: http://www.coe.int/t/dg4/linguistic/Cadre1_en.asp
        Infelizmente, algumas referencias internacionais como esta, vão ser solicitadas em algum momento, seja para o ingresso em uma empresa ou universidade.

        Abraços!

        • 1.2.1
          Frank Florida says:

          Olá Tom, obrigado por compartilhar. Sim, se uma empresa ou universidade pede esse papel, é o único caso que eu recomendo esse tipo de classificação. No módulo 1, eu mencionei que consegui um emprego numa área onde, além de eu não ter uma especialização, todos os meus colegas tinham diplomas de Harvard, Yale, etc… eu consegui esse emprego *apenas* por causa dos idiomas, e eles nunca pediram uma peça de papel… Eu só tinha que *mostrar* que realmente sei falar todos esses idiomas. O que importa no mundo real são resultados… E não exames. Mas como você diz, infelizmente nem todo mundo pensa assim ainda.
          Abraço!

    2. 0
      deni almeida says:

      comigo vai tudo muito bem Frank obrigada !!!!

    3. -1
      deni almeida says:

      olá , Frank , tudo bom?
      tenho uma dúvida , melhor tenho várias dúvidas , vou perguntando aos poucos , gostária de saber sobre vocabulário , quando vamos pegar um podcast na internet tem um audio , o texto ou diálogo todo em inglês e o vocabulário em inglês com a tradução em português .
      tem algum problema eu pegar essas palavras que eu já sei como são em ambas linguas para estudar e depois fazer a revisão para ver se eu decorei o vocábulario.
      pois todos os recursos que eu uso na internet é assim.

      ou chegar no dicionário pegar 10 palavras em portugues e depois ver como é inglês .

      • -1.1
        Frank Florida says:

        Tudo ótimo Deni obrigado e você?
        Então, o critério mais importante para a escolha das palavras é que elas sejam RELEVANTES para a sua vida. Ou seja, sempre escolha palavras que vão ser úteis na sua vida cotidiana, e palavras que você realmente vai precisar e utilizar quando você interagir com nativos. Quer dizer que as duas fontes de vocabulário são validas, porém com um dicionário, é mais provável que as palavras sejam aleatórias e também falta o contexto. Por isso recomendo os podcasts mais do que o dicionário.
        Abraço!

    4. -2
      Oswaldo says:

      Hi Big Master Frank !

      Sempre utilizei Hi (Oi) e nao conhecia (Howdy), a minha dúvida é:
      Como eu faço o uso desta palavra?
      Posso utiliza-la em qualquer ocasião ?
      Essa palavra se aplica para os casos em que eu digo (oi) ou (Olá) ?

    5. -3

      Frank, tava fuçano na net, aí vi um “jeito” de pensar em outra língua (não sei se funciona):
      Tipo, você lê algum texto, de onde vc tira vocabulário. Aí depois você grava frase por frase a tradução. E dá um tempo.
      Tipo: Você grava a frase: “Eu sei falar espanhol e já converso com meus amigos na Espanha.” Ai vc dá um tempo, que varia do tamanho da frase, nessa uns 7 seg. E nesse tempo você tem que traduzir a frase pro idioma (no caso, o espanhol). E depois desse tempo, você grava a frase traduzida (Yo sé hablar español y ya puedo conversar com mis amigos en España).

      Não que tipo, não to conseguindo fazer o dialogo interno, pelo contrario ta sendo muito útil. É questão mesmo de dúvida. Minha dúvida é a seguinte:
      Esse jeito pode ajudar a pensar no idioma, ou só atrapalha pq você meio que decora frases?

      Grato,
      Miguel

      • -3.1
        Frank Florida says:

        Opa Miguel… Então, com essa técnica, depois você vai começar a pensar em espanhol… Mas você vai pensar as frases que você *decorou*, ou você vai mesmo *formar* frases no seu pensamento? Eu sempre recomendo o segundo… Assim você tem mais flexibilidade.

        • -3.1.1

          É Frank, também pensei que seria mais uma técnica de decoreba mesmo.
          Só perguntei aqui só pra confirmar se funciona ou não.
          Mas eu não estou usando essa técnica, to fazendo o diálogo interno.
          Obrigado por responder,
          Miguel

    6. -4
      Rodrigo Jose says:

      Olá Frank, tudo bem? Peço que dê sua opinião, porque pode me ajudar e tirar algumas dúvidas. Sobre no que eu use mapas mentais para estudar. Fazer um mapa mental com cores diferentes? Fazer um mapa mental? E para armazenar toda Fórmula Fluente comigo? Por favor, se você trabalha assim poderia sugerir algumas dicas. Seria edificante para meus estudos. Muito obrigado, abr!

      • -4.1
        Frank Florida says:

        Olá Rodrigo – Sim, eu trabalho muito com mapas mentais, é uma das ferramentas que mais uso para me organizar. Eu utilizo o programa Mindjet Mindmanager, mas tem soluções grátis também, como por exemplo xmind. É ideal porque cada “borbulha” pode ter um bloco de notas anexado. Talvez vou fazer um vídeo sobre mindmaps também, seria uma ideia legal para um bônus… Abraço!

        • -4.1.1
          Caio Janunzi says:

          Frank, realmente seria bem bacana algum materia “extra” sobre este assunto, fiquei bem interessado :)

          abraços

    7. -5
      Douglas says:

      Frank você opinião formada com relação ao software Roseta Stone? Se sim, como podemos inserí-lo e conciliar com o método do FF? Seria interessante?

      A propósito, gostei muito do novo video de treinamento, as perguntas estão cada vez mais interessante, inteligentes e úteis.

      • -5.1
        Frank Florida says:

        Oi Douglas… Eu concordo, agora que vocês já tem um entendimento melhor da fórmula, as perguntas realmente estão cada vez mais interessantes.

        Rosetta Stone é um dos métodos mais conhecidos nos Estados Unidos. Eu meixei um pouco com ele em 2008, mas não muito. Como mencionei mo módulo 1, sempre tem vários caminhos até Roma… Eu gosto do caminho fórmula fluente, porque eu *sei* que funciona. Você pode utilizar o Rosetta Stone para o material, e o Farol para o método… mas também tem outros recursos para achar o material. Enfim, não posso dizer muito porque não passei muito tempo com o RS. Talvez seria interessante escrever um review do Rosetta Stone e de outros métodos… Seria uma ideia para a minha newsletter.

        Abraço!

    8. -6
      Douglas says:

      Frank, uma dúvida que me surgiu.

      Quando estamos aprendendo vocabulário novo através do método “vocabulário hipnótico”, como conciliamos o aprendizado da pronúncia da palavra? Você já comentou que quando estamos estudando vocabulário temos que trabalhar muitos sentidos, por exemplo escrevendo, pronunciando e vendo, mas como praticar a pronúncia quando a palavra é totalmente nova para nós? Pensei em buscar a pronúncia digitando todas as palavras (a serem praticadas no dia) no google tradutor ou até mesmo em um daqueles recursos que você indicou no módulo de recursos. Minha dúvida está em como inserir a prática deste sentido (falar, pronunciar) durante o método “vocabulário hipnótico” quando não temos idéia da pronúncia, até mesmo para que seja aprendida a pronuncia errada.

      • -6.1
        Frank Florida says:

        Boa pergunta! Então, como você sabe, falar a palavra ao mesmo tempo faz parte do método “vocabulário hipnótico”… Em vez de apenas ficar olhando uma lista de palavras, a gente escreve e fala cada palavra. Para isso, você precisa saber a pronúncia. Dependendo da fonte onde você tira os vocábulos, isso pode ser o seu livro ou um dicionário (os dois geralmente tem o alfabeto fonético ao lado de cada palavra), o CD, ou mesmo uma página onde você pode ouvir a pronúncia. Eu dei alguns exemplos no curso, como por exemplo a página http://www.merriam-webster.com para o inglês americano. Mas sim, é importante saber a pronúncia de cada palavra já quando a gente decora vocabulário. Assim você já pega o hábito correto desde o início, e também é essencial para o método hipnótico, pois falar a palavra faz parte desse método.
        Abr!

    9. -7
      Ivanildes Tosta de Jesus says:

      Olá, pessoal, tudo bem? Estou caminhando;não como deveria, mas não estou parada.Recebi o bônus 5 e não compreendi o teor da pergunta 2 dos exercícios.Por favor, me explica de outro jeito.
      Grande abraço,
      Ivanildes

    10. -8

      Olá pessoal, td bem?
      Frank, algumas duvidazinhas,

      >>Se a gente passase das 20 palavras por dia, estariamos sobrecarregando o nosso cérebro? Se não, qual seria esse limite? É que algumas lições do livemocha, já cheguei até 25 palavras por día, geralmente ultrapasso uma ou dois por dia, tanto que em 54 dias, já são 1118 palavras.

      >>É bom de vez em quando, tipo dois em dois meses, ou tres em tres, dar uma parada nos estudos, esquecer completamente do idioma, tipo por uma semana? Qual o tempo necessário? Ouvi dizer que o cerebro vai absorvendo nesse periodo e que a gente volta mais motivado (mas tbm… vc fica uma semana pensando em como dizer isso ou aquilo num idioma estrangeiro e só vai descubrir depois desse tempo, vai ter mto trbalho hehe)

      Só pro pessoal do espanhol, um site legal com o aúdio e o transcript é http://www.practicaespanol.com/

      Abraços,
      Miguel

      • -8.1

        Frank, mais uma pergunta.
        É possível usar oFarol só no vocabulário, tipo pra mim aperfeiçoar o inglês?
        Grato,
        Miguel

        • -8.1.1
          Frank Florida says:

          Olá Miguel – Não tenho certeza se entendi bem a sua pergunta. Só estudar vocabulário não é o suficiente – as palavras são apenas uma das duas metades de um idioma. Ou você quer dizer que você já domina toda a gramática e gostaria de apenas aumentar o vocabulário para conseguir ler textos mais sofisticados, etc.? Nesse caso, isso pode ser uma boa ideia… Ai eu até recomendaria tirar as palavras desses textos mesmo. Abr!

          • -8.1.1.1

            Sim, era só pra entender textos mais sofisticados mesmo. Pra ficar com um vocabulário melhor…
            Já venho há dois anos estudando só a gramática praticamente, faz pouco tempo (uns 5 meses) que começei a me concetrar mais no vocabulário.
            De qualquer forma,
            Obrigado!
            Miguel

      • -8.2
        Frank Florida says:

        Olá Miguel –

        (1) Não existe um limite numérico propriamente dito, depende mais de quanto tempo você tem por dia, e também de quanta concentração você pode trazer aos seus estudos. A nossa concentração é como um músculo, e quando mais a gente o utiliza, mais forte ele fica. Por isso é importante utilizar o método das caixas do módulo sobre administração do tempo… Esse método permite trabalhar por muito tempo sem cansar. Com o tempo, você pode aumentar a duração de uma “caixa” de tempo. Também é importante considerar o tempo que você precisa investir em revisão das palavras que você já aprendeu… Mas só naquelas que você não lembrou, ou que você errou.

        (2) Sim, o nosso cérebro faz muito trabalho quando a gente não o está usando ativamente. O subconsciente digere a informação durante esse tempo e a armazena para uso futuro. O ritmo ideal é 10 minutos de pausa para cada 50 minutos de estudos, 1-2 dias “off” em cada semana, uma semana “off” cada três meses e um mês off cada ano. Boa pergunta!

    11. -9
      Atenir Coelho says:

      Valeu Frank, obrigado.

      abs,

      Atenir.

    12. -10
      Diego Diego says:

      Olá Frank, tudo bem?
      Uma dúvida:
      Certa vez, ouvi a expressão “take chance”…
      Como na música do Abba “take chance on me”.
      Me guiando pela lógica, imaginei que a tradução mais correta seria “confiar”, ou algo do tipo…
      Gostaria de saber se seria isso mesmo ou se você teria uma tradução mais correta para essa expressão.

      Desde já, muito obrigado!

      • -10.1
        Frank Florida says:

        Olá Diego, Tudo bem? Para perguntas específicas sobre um idioma eu recomendo utilizar fóruns de idiomas… É melhor fazer perguntas mais gerais sobre metodologia aqui, perguntas que serão interessantes para todo mundo.

        Mas respondendo… A expressão é “take a chance”… e ela significa arriscar, tentar a sua sorte. “Take a chance on me” seria mais ou menos, tenta comigo, dê uma chance, etc.

        Abr!

    13. -11
      Atenir Coelho says:

      Frank, gentileza, queria a tua opinião sobre os podcasts.
      Eu estou estudando eles asssim: 1º ouço-os sem legendas. 2º ouço com as legendas. Depois tento traduzi-los para portugues. Por ultimo tento ouvir sem as legendas ate compreende-lo totalmente. Contudo ainda continuo pensando em portugues.
      Tem alguma errada? qual a sua opinião sobre podcast e como devo estudá-los. Ele é realmente útil?

      grato.

      atenir

      • -11.1
        Frank Florida says:

        Olá Atenir, tudo bem? Não entendi a sua pergunta… podcasts são áudio, onde você achou legendas? Qual é o podcast específico que você está estudando?
        Verifique o módulo 7, capítulo 6… Nele eu explico o meu processo exato de estudar, inclusive o processo de utilizar áudio nos estudos.
        Qualquer outra dúvida, me avise…

        Abraço,
        ~ Frank ~

        • -11.1.1
          Atenir Coelho says:

          Frank, tem alguns podcast com audio e texto ao mesmo tempo, como os do “inglesonline”, bbc “6 minute English” e outros sites. Mas agora que vi o modulo 7, capítulo 6, vou aplicar.

          Só uma pequena dúvida: Esse mesmo modulo 7, capitulo 6 pode ser aplicado para os videos do TED.COM?

          grato.

          atenir.

          • -11.1.1.1
            Frank Florida says:

            Entendi… Sim, é ideal para TED.com também. Funciona com qualquer áudio que você tem a transcrição do texto também.
            Abraço!

            ~ Frank ~

    14. -12

      Frank, uma dúvida. Bem, é só pra comferir.
      Gostaria de saber, é que variei o jeito dos “pontinhos vermelhos” pra praticar.
      Deixa eu explicar melhor:
      P.ex.
      Terça, aprendi a palavra “cuchara” (colher). Ai pratico a palavra como no vídeo, mas tbm criando uma ou duas frases. E depois marco um • com o lápis.
      Ai quarta, aprendi “servilleta” (guardanapo). Mesma coisa, como no video e uma ou duas frases. Mas tbm pratico o que aprendi terça. Ai ponho um • com o lápis nas duas palavras, cuchara e servilleta. Ai fica assim
      Cuchara ••
      Servilleta•
      E quinta, aprendi “mezclilla” (jeans). Mesma coisa, e repito a de terça e quarta tbm. E ponho um • nas três. Fica assim:
      Cuchara•••
      Servilleta••
      Mezclilla•
      Mas na sexta, eu não estudo mais a palavra cuchara, porque ela já tem tres •••. E faço assim com as vinte palavras de cada dia, claro, dando pausas. Ai dai as minha uma hora. Isso foi só e exemplo.
      Mas pra não esquecer essas palavras com •••, no Domingo eu junto tudo e revizo para não esquecer. E se errar alguma palavra, tiro os tres • dela. E volto a estuda durante tres dias.
      O que eu gostaria de saber é se não estou perdendo tempo assim, e se o jeito que estou fazendo é eficiente.
      Abraços,
      Miguel

      • -12.1
        Frank Florida says:

        Legal… só algumas dicas.
        (1) Cuidado com essa ideia de formar frases com a palavra. As frases devem treinar a nova gramática também. Só para estudar vocabulário, formar frases é “overkill”… mais do que necessário e portanto viola a lei de Pareto. Também tenha certeza que essas frases que você vai formando estão corretas, senão você corre o risco de adquirir maus hábitos… Tem dicas no curso como você pode evitar isso.
        (2) Os pontos vermelhos não são para palavras que você já estudou… eles são para palavras que você não lembra ou que você fica errando… assim você pode focar apenas nessas palavras, e evitar de perder tempo com vocabulário que você já conhece.
        (3) A ideia não é estudar um apalavra até ela tenha três pontos. A ideia é estudar uma palavra até você nunca mais errar. Com algumas palavras, isso pode ser uma única vez. Por exemplo, a palavra casa em português também é casa em espanhol… então você provavelmente não vai precisar de revisão. Mas algumas palavras mais complexas podem requerer cinco revisões, dependendo.

    15. -13
      William Fukumoto says:

      Olá Frank!
      Eu estou usando um livro de gramática inglesa (English Grammar in Use – Cambridge University Press), e estou com dificuldade em Present Perfect Continuous… isso quer dizer que eu pulei um passo não? É recomendado seguir a ordem do livro, ou tem uma ordem melhor?

      Tem uma sugestão de ordem de gramatica?

      Obrigado!

      • -13.1
        William Fukumoto says:

        http://www.englishexperts.com.br/forum/gramatica-indice-de-assuntos-ja-discutidos-no-forum-t7151.html

        Essa ordem seria uma boa??

        É melhor aprender todos os tempos primeiro, ou aprender os tempos mais usuais, e ir aprendendo artigos, substantivos,etc. e depois os tempos mais complexos?

        • -13.1.1
          Frank Florida says:

          Essa ordem é bastante lógica… isso vai ficar mais claro quando eu publicar o mapa da gramática inglesa. Mas com certeza é sempre melhor aprender um tempo de cada vez, levá-lo à competência inconsciente, e só depois aprender o próximo. E enquanto você está estudando um tempo, estude vocabulário ao mesmo tempo, e *pratique* a aplicação do tempo. Abr!

      • -13.2
        Frank Florida says:

        Eu não conheço esse livro, mas Cambridge é um nome famoso e geralmente, de confiança. Muitas vezes, porém, depende mais do autor do livro do que da marca / da editora. Present Perfect Continuous é fácil para quem entende Present Perfect e Present Continuous. É uma combinação desses dois tempos. Se você já entende esses dois e o Present Perfect Continuous não é claro mesmo assim, pode significar que não foi explicado de uma forma lógica. Nesse caso pode valer a pena trocar de professor, ou, se você está estudando sozinho, ler uma outra fonte sobre a mesma matéria. Abraço!

    16. -14
      Atenir Coelho says:

      Valeu Frank, muito obrigado.

      abraços.

      atenir.

    17. -15
      Atenir Coelho says:

      Frank, mais uma dúvida.

      Sobre o tempo futuro no inglês é suficiente aprender somente o “will” e o “going to”.
      O que mais é necessário aprender sobre o tempo futuro.

      grato.

      Atenir.

      • -15.1
        Frank Florida says:

        Olá Atenir… sim, tem um terceiro tipo… o will-future type 2. Ele é um pouco mais avançado, então eu recomendo estudar os outros dois primeiro. Quando você já sabe lidar com eles, adicione esse terceiro tipo de futuro. Ele fala de duas coisas no futuro que acontecem em momentos diferentes (uma antes da outra). A gente combina o perfeito com o will-future para falar do evento que acontece primeiro. Abr!

      • -15.2

        Adenir, também te recomendo a ver e usar o “be about to”. Quando conversava com nativos no livemocha, eles usavam muito essa forma. Nao e dificil, nao, vc vai ve!
        Suceso no seus estudos ;)
        Miguel

    18. -16
      Atenir Coelho says:

      Frank, hoje completei um total de 600 palavras, uma média de 20 por dia, desde que começou o curso.
      Quanto às frases, estou um pouco mais lento, pois dar mais trabalho, mas já conseguir formar e traduzir, com a ajuda de foruns, umas 50.
      Além disso estou ouvindo podcast, series e filmes(partes) e tentando traduzir alguns trechos.
      Assim, depois de ter feito as tarefas acima, o que vc acha sobre as conversações via skype. Vc recomenda começar com chat(teclando), voz ou os dois juntos. Em outras palavras, qual é melhor momento para se começar a falar pelo skype?

      Outras dúvida: vc acha melhor sempre traduzir do portugues para o ingles? ou pode fazer o contrário? qual o melhor para quem está aprendendo inglês?

      grato

      Atenir.

      • -16.1
        Frank Florida says:

        Olá Atenir,

        50 frases é muito pouco, eu recomendo aumentar o tempo que você passa com frases. Seria melhor formar umas dez frases por dia também, mesmo frases simples. Mas se você estuda um conceito de gramática por dia, por exemplo, seria legal aplicar esse conceito umas dez vezes para realmente se acostumar com a estrutura e chegar a competência inconsciente. Decorar palavras é só a metade do trabalho… a formação de frases é a outra metade. E sempre tenha certeza de verificar que as frases estão corretas… têm várias dicas sobre esse assunto no curso.

        Eu recomendo que você comece a ter conversas a partir do momento que você chega ao nível que eu chamo de “threshold”… quando você já tem suficiente vocabulário para manter uma conversa básica. Ficar teclando pode ser um passo intermediário.

        > vc acha melhor sempre traduzir do portugues para o ingles? ou pode fazer o contrário? qual o melhor para quem está aprendendo inglês?

        Essa pergunta está respondido no curso… Eu recomendo focar pelo menos 70% do seu tempo nas habilidades ativas, ou seja na tradução do português para o inglês.

        Grande abraço!
        ~ Frank ~

        • -16.1.1
          Atenir Coelho says:

          Valeu Frank, muito obrigado.

          Só mais uma dúvida.
          As frase que vc recomenda são as dos dialogos internos e as expressões fixas desta lição? É isso? ou é todo tipo de frase.

          grato.

          • -16.1.1.1
            Frank Florida says:

            Olá Atenir – sim, esses dois, e muito mais. Qualquer frase que pode ser relevante à sua vida, de qualquer fonte… mídia, livros, filmes, etc. Abr!

    19. -17
      Douglas says:

      Frank, não sei se é só uma dificuldade minha,mas gostaria de perguntar algo a respeito de gramática. O módulo 5 nos dá uma série de dicas valiosas para o estudo de gramática, mas o fato que eu sempre tenho tendência a querer achar uma sequência lógica em tudo que faço ou aprendo. No módulo de recursos nos trará esse tipo de detalhe a respeito dos aspectos obrigatórios e principais de estudar a gramática de cada idioma? Não sei se estou me expressando bem, mas gostaria de entender se existe algum tipo de BIG PICTURE padrão para a estrutura gramatical de cada idioma, e se uma vez que soubermos essa “estrutura” será uma regra preciosa para aplicar e planejar o estudo de cada idioma que fizermos.

      • -17.1
        Frank Florida says:

        Olá Douglas… A gramática é sempre uma mistura de uma estrutura lógica, e estruturas aleatórias que evoluíram naturalmente. Principalmente os idiomas ocidentais geralmente são sistemáticos. Como cada idioma tem as suas peculiaridades, é difícil dar um mapa para todos… Ou pelo menos um que vai muito além de presente, passado e futuro. Mas você pode criar o seu próprio mapa, e é isso que eu recomendo fazer. Eu vou criar um mapa do inglês, para dar um exemplo… E vou publicá-lo como bônus. Outros idiomas são um pouco diferentes, mas assim você vê o conceito na prática e pode extrapolar. Abraço!

        • -17.1.1
          Caio Janunzi says:

          Obrigado pro fazer primeiramente do Inglês Frank!
          Eu procurei na internet e não achei… estou usando como base a gramática de um livro que ensina Inglês.
          valeu :)

        • -17.1.2
          Douglas says:

          Nossa, Frank vai ajudar bastante já,,,,fico no aguardo ….abraço

    20. -18
      Douglas says:

      Olá Frank, tudo bem?

      Muito inspirador a entrevista com o Robert. Eu gostaria de agradecer minhas perguntas respondidas no primeiro video de treinamento. Bem, tenho mais perguntas, são elas:

      1ª) A respeito dos Flashcards, com ajuda de um grande amigo eu idealizei como meu próprio Flashcard, ficando da seguinte forma: o lado da frente inserimos uma bandeira do Brasil,para representar o idioma materno da palavra a ser aprendida. No verso do cartão, coloquei as bandeiras (seguidas de um espaço para escrever a palavra) dos seis idiomas que quero aprender sendo: inglês,espanhol, japonês, chinês, francês e italiano. Ai vem a pergunta. É recomendável criar flashcards individuais, ou a forma que estou projetando também é válida?OBS1: De início, estudarei um idioma de cada vez, projetar meus flashcards desta forma será só um jeito prático e mais barato,porque desse jeito, penso que farei um modelo de cartão que dê para estudar todos os idiomas que desejo ficar fluente. Ah, irei mandar esse modelo no seu e-mail para você ver como ficou.

      2ª) Frank, o simples fato de confeccionar os flashcards, palavra por palavra (escrevendo-as em cada cartão) é uma forma de exercício tal como o mostrado no video vocabulário hipnótico? Esta técnica substitui? Sei que você já comentou que associar estar duas técnicas o aprendizado se tornará poderoso, mas gostaria que você mostra-se a exata forma de conciliar as duas técnicas. Por exemplo: faço primeiro o exercício do vocabulário hipnótico (exatamente como você mostra no vídeo) e imediatamente pego as palavras que trabalhei na técnica de vocabulário hipnótico para confeccionar um flashcard para cada uma? E neste caso, o flashcard funcionaria como uma técnica de revisão? Ou seja, devo fazer primeiro o exercício de vocabulário hipnótico e depois confecciono um flashcard para cada palavra escrita no exercício anterior (o vocabulário hipnótico).

      • -18.1
        Frank Florida says:

        Td ótimo Douglas e você? Legal que você gostou da entrevista. O Robert acabou de se despedir do emprego dele no Japão para ficar viajando sem um base fixa, que nem eu faço… Agora ele só tralha online.

        (1) Não vejo nenhum grande problema com essa ideia em geral… Só pode ser que algumas palavras não tenham a mesma correspondência com outras palavras em vários idiomas, principalmente quando uma palavra tem vários significados. Mas pode economizar tempo e dinheiro sim, então por que não?

        (2) Flashcards e caderno são dois métodos para colecionar as palavras… Depois a folha de rascunho é o método que eu recomendo para estudar os dois. Quando você leva os flashcards para fazer compras, por exemplo, isso não é possível, mas estudando em casa, eu recomendo sempre escrever as palavras também, que nem mencionei no vídeo. A parte hipnótica do método é escrever e falar ao mesmo tempo, e sempre focando mais nas habilidades ativas… E é isso que eu recomendo fazer com os flashcards também.

        Abr!

        • -18.1.1
          Douglas says:

          Ah, perfeito! Posso usar a seguinte sequencia: 1º escrever no caderno, e em seguida transportar essas palavras para os flashcards?

          Obrigadão Frank….esse curso tem sido muito valioso…

          • -18.1.1.1
            Frank Florida says:

            Legal ouvir isso Duoglas. Sim, isso pode funcionar. Também é recomendado aprender todas as palavras uma vez no caderno e apenas transportar as palavras mais difíceis para os flashcards. Assim você pode fazer revisão delas fora de casa também, como o Robert descreve na entrevista. Abr!

    21. -19
      Miguel Alexandre Maciel Ribeiro says:

      Frank, li que você já deu aulas desde idades entre 4 e 82 anos. Concordo que idade não é problema, mas…
      como você ensinou alguém de 4 anos? Há alguma mudança no método para crianças e idosos, por assim dizer?

      Fiquei curioso, até porque você falou que as crianças vivem no cérebro direito delas, aí veio a curiosidade.
      Obrigado desde já,
      Miguel

      • -19.1
        Frank Florida says:

        Olá Miguel – Sim, com crianças o ensino é muito mais focado em brincadeiras, joguinhos, canções, etc… Ou seja, nas habilidades do lado direito do cérebro mesmo. Tem estudos que mostraram que o hemisfério esquerdo do cérebro não se desenvolve antes dos 6 anos de idade, para a maioria das crianças. Também é um ensino focado apenas nas habilidades orais (tanto as passivas como as ativas), porque claro que eles ainda não podem escrever.

    22. -20
      William Fukumoto says:

      Olá Frank! Está divertido o módulo Perguntas e Respostas! Esclarecendo muitas dúvidas e perguntas interessantes…

      Frank, tem uma coisa sobre vocabulário que queria saber..
      Estou estudando pelo método Vocabulário Hipnótico, e queria saber, se é melhor anotar um significado da palavra, ou todos os possíveis?

      E em relação ao japonês, na leitura dos Kanjis, eu decoro todas as formas de ler o mesmo kanji, ou somente um, ou dois? É porque tem a leitura que vem do chinês (onyomi) e do japonês (kunyomi)…Eu aprendo ambas ao mesmo tempo?

      • -20.1
        Frank Florida says:

        Olá William, obrigado pelos elogios, legal que você gostou. Na verdade essa pergunta é respondido no módulo 6… Quando uma palavra tem vários significados, foque num deles primeiro… Depois você pode acrescentar mais. Com os Kanji é a mesma coisa. Lembre da regra 80-20, da lei de Pareto. Em vez de estudar 10 significados de uma palavra, você pode utilizar o mesmo tempo para estudar 1 significado de 10 palavras. Assim você avança (quase) dez vezes mais rapidamente.

        Cheers!

    23. -21
      Guilherme Oliveira says:

      Olá Prof. Frank, Tudo bom ?

      Gostaria de saber se vai ter algum módulo ou recurso que aborda exames de proficiência em inglês como TOEFL ,TOEIC, IELTS e CPE.

      Abraço,
      Guilherme

      • -21.1
        Frank Florida says:

        Olá Guilherme, td bem sim e você?

        Eu falo sobre exames e testes no módulo 2, capítulo 9… Recomendo fazer uma revisão principalmente da página 59. A não ser que você precisa desses testes para algum emprego ou para entrar em alguma universidade, eu não os recomendo. Eles fazem parte do paradigma antigo de aprendizado. Como os meus alunos todos têm objetivos muito diferentes e muitos nem estão estudando inglês, eu não posso elaborar muito sobre um teste específico de um idioma específico, mas eu tenho muitas dicas sobre o assunto de exames em geral nesse mesmo capítulo 9 do módulo 2 – principalmente a partir da página 60.

        Abraço,
        ~ Frank ~

    24. -22
      Rafael de Jesus Pereira says:

      E ai galera do FF

      Pessoal aqui vai um site para vocês treinarem a pronuncia, nele contem o áudio em inglês e a transcrição.

      http://americanrhetoric.com/top100speechesall.html

      Os discursos do Martin Luther king, na minha opinião são os melhores, pois a pronuncia dele conseguimos entender melhor.

      Espero que esse material ajude vocês

      abraços
      Rafael

    25. -23
      Marcos Farias says:

      Olá amigos… tudo bem com vocês?

      Bom, estou numa fase estranha. Estou empenhado a ser fluente em inglês, mas neste últimos dias percebi que não estou entendendo as coisas que ouço em inglês, a um tempo atrás entendia muitas frases, mas agora, músicas que ouço não fazem mais sentido, tipo, entra pelo um ouvido e sai pelo outro, passa pelo cérebro e este não consegue processar a informação.

      Gostaria de saber do Frank se isto é só uma FASE, ou estou no caminho errado?

      Tenho estudado em pequenos pedaços, 1h por dia, alternando entre as habilidades passivas e ativas.

      Outra coisa, a maldita mania de traduzir mentalmente não pára. O que fazer para me livrar desse mal hábito?

      Obrigado.

      • -23.1
        Frank Florida says:

        Olá Marcos… Pode ser que você empurrou um pouco demais. Eu não sei se você já malhou com halteres, mas tem um segredo que muita gente não sabe… O músculo não cresce quando a gente levanta o peso. O peso rompe a fibra do músculo, e ele cresce quando a gente DORME. Quem treina demais nunca deixa tempo para o músculo sarar e crescer… em inglês, isso se chama “over-training”. Tem que achar o equilíbrio correto e não treinar muito mais nem muito menos do que esse equilíbrio.

        Aprendizado é parecido… A gente pode estudar durante o dia, mas o nosso subconsciente digere a informação nas fases ociosas. Quando eu pergunto aos meus alunos: “Quando você tem as melhores ideias?” A maioria responde “no chuveiro”, ou “no parque”, ou “fazendo a barba”. Eu acho que você está no caminho certo, porque você diz que pouco tempo atrás você entendia muitas frases. Talvez a sua mente está um pouco sobrecarregado.

        Deixa de estudar por uma semana ou duas, e volte ao trabalho depois com novas forças… Isso dá tempo ao seu subconsciente de assimilar tudo que você aprendeu.

        Agora, sobre a sua segunda pergunta… Traduzir mentalmente é normal, todos os alunos fazem isso no início. Isso vai parar com o tempo. Você está fazendo o exercício do diálogo interno? Ele vai te ajudar muito a deixar de pensar em português e começar a pensar em inglês. Também terá mais dicas sobre esse assunto no módulo “Perguntas e Respostas”… tem um capítulo inteiro sobre o assunto de como pensar num outro idioma.

        Abraços,
        ~ Frank ~

        • -23.1.1
          Marcos Farias says:

          Obrigado por responder Frank. Acredito que realmente estou indo com muita “sede ao pote” rssrrsrs. No meu trabalho surgiu uma oportunidade para quem fala inglês, para trabalhar na Holanda, e aliado a isto tenho uma viagem de férias para ou EUA em outubro. Então, como pode ver, tenho um “prazo” para aprender pelo menos para conseguir manter uma conversação básica.

          Sobre o diálogo interno, tenho praticado as vezes, minha rotina é muito corrida, mas tenho conseguido avançar bastante pois passo muito tempo parado no trânsito quando estou voltando para casa.

          Abraços à todos…e vamos em frente.